Foto:Ass.Moradores Barra do Sai,Itapoá.Moradores da Barra do Saí, em Itapoá (SC), debatem o projeto desassoreamento do rio Saí Mirim.
A demora na realização das obras tem provocado enchentes e o rio tem invadido dezenas de casas.
A notícia da reunião foi publicada no site "Diário de Itapoá" (http://www.itapoa.net.br/):
Uma reunião foi realizada nessa quarta-feira (28 l), nas dependências do Fórum, para se tentar solucionar o impasse sobre o desassoreamento do rio Saí Mirim, impasse esse que já dura muito tempo e, agora, parece se encaminhar para um desfecho.
Estavam presentes na reunião a promotora de Justiça da Comarca de Itapoá, Bárbara Elisa Heise, o diretor do Departamento de Meio Ambiente de Itapoá, Paulo Belo, o coordenador regional da Defesa Civil, Cabo Antonio Edival Pereira, os vereadores José Maria Caldeira Izaque Goes, Jeferson Rubens Garcia, o suplente de Vereador Jocélio Pinheiro, o gerente da Fatma (Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina), José Cardozinho, o técnico da Fatma, Tarcízio P., a presidente da Aceramgi (Associação Cultural Esportiva Recreativa Assistencial dos Moradores da Gleba I de Itapoá), Leci M. C. Biazi, representantes da Associação de Moradores da Barra do Saí, bem como representantes dos pescadores da Barra.
Na ocasião, foi discutida a dificuldade encontrada na liberação da licença ambiental da Fatma para o desassoreamento do rio Saí Mirim. Representantes da Associação de Moradores da Barra do Saí exibiram fotografias da enchente ocorrida na última terça-feira (27 de abril), a qual provavelmente não ocorreria se o rio já estivesse desassoreado.
José Cardozinho, gerente da Fatma, explicou que processo para a liberação de licenças como essa é bastante burocrático e, por esse motivo, a demora. Já impacientes de tanto esperar, os moradores da Barra do Saí presentes na reunião solicitaram um prazo para a entrega da referida licença por parte da Fatma. O gerente da Fatma comprometeu-se em liberar tal licença até a próxima quinta-feira (06).
A demora na realização das obras tem provocado enchentes e o rio tem invadido dezenas de casas.
A notícia da reunião foi publicada no site "Diário de Itapoá" (http://www.itapoa.net.br/):
Uma reunião foi realizada nessa quarta-feira (28 l), nas dependências do Fórum, para se tentar solucionar o impasse sobre o desassoreamento do rio Saí Mirim, impasse esse que já dura muito tempo e, agora, parece se encaminhar para um desfecho.
Estavam presentes na reunião a promotora de Justiça da Comarca de Itapoá, Bárbara Elisa Heise, o diretor do Departamento de Meio Ambiente de Itapoá, Paulo Belo, o coordenador regional da Defesa Civil, Cabo Antonio Edival Pereira, os vereadores José Maria Caldeira Izaque Goes, Jeferson Rubens Garcia, o suplente de Vereador Jocélio Pinheiro, o gerente da Fatma (Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina), José Cardozinho, o técnico da Fatma, Tarcízio P., a presidente da Aceramgi (Associação Cultural Esportiva Recreativa Assistencial dos Moradores da Gleba I de Itapoá), Leci M. C. Biazi, representantes da Associação de Moradores da Barra do Saí, bem como representantes dos pescadores da Barra.
Na ocasião, foi discutida a dificuldade encontrada na liberação da licença ambiental da Fatma para o desassoreamento do rio Saí Mirim. Representantes da Associação de Moradores da Barra do Saí exibiram fotografias da enchente ocorrida na última terça-feira (27 de abril), a qual provavelmente não ocorreria se o rio já estivesse desassoreado.
José Cardozinho, gerente da Fatma, explicou que processo para a liberação de licenças como essa é bastante burocrático e, por esse motivo, a demora. Já impacientes de tanto esperar, os moradores da Barra do Saí presentes na reunião solicitaram um prazo para a entrega da referida licença por parte da Fatma. O gerente da Fatma comprometeu-se em liberar tal licença até a próxima quinta-feira (06).







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