
“Única alternativa para minimizar o problema é a sensibilização”, disse o secretário da Assistência Social, Joaquim Guilherme da Silva, sobre a programação da secretaria para o dia 18 de maio- Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
No dia 17 de maio, às 15h, será realizada uma carreata em parceria com caminhoneiros; e, às 19h30 palestra sobre o tema “Repensando a Rede de Proteção” também será dada na Primeira Igreja Batista de Paranaguá.
E no dia 18, Dia Nacional do Enfrentamento a violência sexual contra crianças e adolescentes, na Praça Ciro Abalém, na Ilha dos Valadares haverá uma série de atividades para conscientizar e incentivar sobre a denúncia com a presença do prefeito de Paranaguá, José Baka Filho e do secretário de Assistência Social, Joaquim Guilherme da Silva Filho. Neste dia, este evento começa às 10h.
Durante a manhã haverá apresentação de grupos folclóricos, teatro Bumba Meu Boi, teatro Prioridade Absoluta, grupo de Fandango, Coral da Terceira Idade, atividades para crianças com a participação do Prioridade Absoluta, Ciranda, Cefas e 1ª Regional de Saúde.
Conforme denuncia o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), dentre as diversas manifestações de violência contra crianças e adolescentes, as mais incidentes são o abuso sexual praticado por integrantes da própria família e a exploração sexual para fins comerciais, como a prostituição, a pornografia e o tráfico.
Além de crime e cruel violação dos direitos humanos, essas expressões resultam em danos irreparáveis para o desenvolvimento físico, psíquico, social e moral das crianças e dos adolescentes suscetíveis a esse tipo de violência. Entre outras conseqüências, as vítimas estão sujeitas à dependência de drogas, à gravidez precoce e indesejada, a distúrbios comportamentais e doenças sexualmente transmissíveis.
Para mudar esta realidade, as atividades propostas para o Ato Nacional do dia 18 de maio visam combater o silêncio e a indiferença da sociedade em relação ao tema - influenciados pela cultura de impunidade dos agressores - , o que contribui com o ciclo de violação aos direitos das vítimas.
O trabalho é intenso. No dia 14 será lançada campanha de combate a estes crimes.
Quando há a confirmação de um ato desses, as crianças e adolescentes são encaminhados para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e para os Centros de Referência Social (CRAS). Paranaguá tem um CREAS e dois CRAS.
“Se há suspeita denuncie”, finalizou o secretário Joaquim Guilherme.
P.M Paranguá







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