quinta-feira, 22 de julho de 2010

Mais um homicidio em Pontal,a Polícia esclarece a morte de mulher achada boiando no rio da Draga


Foto:SESP

Da AEN
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Os policiais civis da delegacia de Pontal do Paraná prenderam nesta quarta-feira (21) Fábio Antunes de Oliveira, 22 anos. Ele confessou ter matado Delma de Acelga Tavares, 51 anos, encontrada boiando no Rio da Draga, por volta das 7h30 de quarta-feira.

Delma estava desaparecida desde segunda-feira (19), quando foi vista, às 5h, depois de passar a noite em um baile de encontro de motociclistas, em Pontal do Sul. A família informou o desaparecimento na terça-feira (20), por volta das 15h40. “Passamos a investigar o desaparecimento e inquirir suspeitos, entre eles um ex-namorado, que disse ter deixado a mulher sozinha no baile”, contou o delegado José Antônio Zuba de Oliva.

Uma testemunha procurou a polícia e disse ter visto Delma na Ponte do Rio da Draga, próximo a uma igreja evangélica, com Fábio de Oliveira, na segunda-feira. “Outras pessoas, que moram próximo à ponte, confirmaram ter visto os dois”. Com o mandado de prisão temporária expedido pela Justiça, o delegado Zuba levou Fábio Oliveira para a delegacia, onde o suspeito confessou o assassinato.

CRACK – O rapaz relatou que os dois haviam consumido crack embaixo da ponte e que Delma queria mais. “Ele disse que não tinha mais pedras nem dinheiro e Delma teria se irritado o atacado. Oliveira alegou que, para se defender, desferiu três facadas no abdome da mulher, no lado direito, e jogou o corpo no rio”, informou Zuba.

Fábio Oliveira tem passagens pela polícia de Mato Grosso do Sul, por porte ilegal de arma, e condenação em Capitão Leônidas Marques (PR), onde foi detido dois anos por furto. Ele morava atualmente nos fundos da Igreja Visão Missionária, em Pontal do Paraná, próximo do local onde o corpo foi localizado.

“Ele foi procurado como suspeito, quando localizamos o corpo da professora Telma Fontoura, em 12 de julho, mas as provas apontaram Paulo Estevão de Lima, que está preso, como o autor daquele homicídio”, explicou Zuba.

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