Segundo o soldado Rodrigues, da Polícia Ambiental, a tragédia aconteceu por volta das 21h30. “O trapiche estava liso e ele escorregou. A informação é que tinha passado o dia aproveitando a ilha e aconteceu essa fatalidade”.
Ainda de acordo com o soldado, a vítima não morreu devido ao afogamento. “Ali é um ponto com profundidade pequena e a vítima era mergulhadora, tinha inclusive equipamentos para isso. Os ferimentos dão conta que morreu por ter batido justamente na hélice”, lamentou.
O corpo de Cannavacciuolo, que é morador em Curitiba, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).







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